terça-feira, 11 de agosto de 2026

Viajando pela Grécia


Já há muitos anos que queria fazer uma viagem até ao país dos meus antepassados, até que aconteceu. Marquei a viagem com destino a Atenas e, depois, viajar por outras ilhas.

Fui com uma amiga que me acompanha nas viagens que tenho feito e lá viajámos em direção ao país que inventou a democracia, do qual eu tenho origens e tinha muita curiosidade em conhecer. Fazia parte do meu imaginário há muitos anos. Aconteceu em 2017.

Chegámos a Atenas de manhã cedo, fomos para o hotel e ficámos em Atenas um dia, que deu para ver algumas coisas. É uma cidade simpática, mas não tem muita beleza. Os monumentos emblemáticos estão muito bem cuidados. São um povo simpático e hospitaleiro. Comemos em vários restaurantes e, ao cair da noite, fomos para o aeroporto, a fim de apanharmos o avião até a uma das ilhas. Fomos para Rhodes, uma ilha bonita, mas muito turística. Aliás, a exploração das unidades hoteleiras é feita por estrangeiros, nórdicos, russos e muitas outras nacionalidades. Tem um mar lindo e água quente.

De Rhodes fomos até Symi, outra ilha bonita. Aqui já se nota a essência da ilha: é de pescadores. Embora haja bastantes turistas, eles ali vivem da pesca. Symi é uma ilha muito diferente de Rhodes, mais pequena, mais tranquila e com uma identidade muito própria. Antigamente, a ilha viveu muito da pesca das esponjas e da construção naval, o que trouxe alguma riqueza e explica as bonitas casas que se veem nas encostas, todas muito coloridas e construídas em estilo neoclássico.

Há também em Symi um lugar muito especial, o Mosteiro de Panormitis, dedicado ao Arcanjo Miguel. É um local de grande devoção, onde muitas pessoas vão fazer pedidos e promessas. Existe uma tradição muito bonita: as pessoas fazem uma promessa ao Arcanjo Miguel, pedem uma graça e, se o pedido for atendido, regressam mais tarde ao mosteiro para cumprir aquilo que prometeram. É um lugar de peregrinação muito importante e, mesmo para quem não é religioso, sente-se ali uma atmosfera diferente, de respeito e de fé.

Lembro-me de achar interessante esta tradição das promessas e de perceber como aquelas pessoas mantêm uma ligação muito forte com o santo. Há qualquer coisa de muito humano nisso: pedir quando precisamos de ajuda e voltar para agradecer quando a vida nos concede aquilo que desejávamos.

Symi ficou-me na memória precisamente por isso: pela beleza das suas casas, pelo mar, pelos pescadores e por aquela sensação de ainda existir ali uma vida mais ligada às tradições e às pessoas, apesar dos muitos turistas que entretanto chegaram.

No barco que me levou até Symi iam muitas pessoas de vários países. Como gosto de conversar e conhecer pessoas, fui interagindo com algumas delas e, numa dessas conversas, uma senhora contou-me que ia até Panormitis para cumprir uma promessa. Fiquei muito curiosa e perguntei-lhe sobre essa tradição.

Panormitis é um lugar muito especial em Symi, onde se encontra o Mosteiro do Arcanjo Miguel. É um local de grande devoção, onde muitas pessoas vão fazer pedidos e promessas. Quando a graça que pediram é concedida, regressam mais tarde para cumprir aquilo que prometeram.

Fiquei tão interessada que pedi à minha amiga para irmos também a Panormitis. Mas ela não aceitou, porque a subida daquela montanha era difícil e não se sentia com disposição para fazer aquele percurso. Fiquei com pena de não ter ido, porque aquela conversa no barco tinha despertado em mim uma grande curiosidade.

São estas pequenas coisas que muitas vezes ficam de uma viagem: uma conversa com alguém que nunca mais vemos, uma história que nos é contada e que, de repente, passa a fazer parte das nossas memórias.

Symi ficou-me na memória pela beleza das suas casas, pelo mar, pelos pescadores e também por aquela história da senhora que ia cumprir a sua promessa. Ainda hoje penso que teria gostado de ter ido até Panormitis.

Entretanto, no ano seguinte, voltei a Atenas. Desta vez, a viagem levou-nos até Creta.


 

segunda-feira, 6 de julho de 2026

 A minha mãe, pessoa doce, para mim a melhor e maior mãe do mundo.

A D. Olga era uma mulher guerreira. Lembro-me de a ver algumas vezes doente e deitada na cama. Pedia à Rosa para lhe fazer chá de barbas de milho. Tinha dores, mas não se queixava, e eu, ainda menina, só pedia a Deus que as dores lhe passassem. Também dizia para comigo própria: “Se a minha mãe morrer, quero morrer com ela.” Tal era o medo de ficar sozinha, instinto normal de uma criança em relação à mãe!!

Mas hoje não vou divagar sobre as coisas menos boas. A casa da D. Olga era um espaço onde o bairro inteiro gostava de estar, pelas conversas, pelas brincadeiras com os filhos — que éramos seis — e também onde se jogava a tudo: desde o ringue ou queimados, saltar à corda, jogar basquetebol, cartas, loto, etc.

Há passagens de que me lembro. Ela barbeava os senhores mais velhos do bairro que viviam próximos da nossa casa. Todos os fins de semana, lá ia o senhor Roque e também o avô Santos, e mais alguns que lhe pediam para os barbear. Nunca perguntei o porquê de ela ter de os barbear; eles pediam e ela fazia.

Para irmos às festas, as mães das nossas amigas só as deixavam ir se a minha mãe fosse. Caso contrário, o sábado era passado em casa.

Ensinou muitos rapazes do bairro a dançar, sobretudo o tango e a valsa. Ficava na sala a ensinar o Joaquim, o Valdemar e os nossos primos que queriam arranjar namoradas e só através da dança é que chegavam às miúdas. Coisas que só aconteciam no antigamente e talvez no nosso bairro, em que éramos uma família.

Quando chegámos a Portugal, e dada a facilidade com que ela fazia amizades, além de ser uma pessoa autêntica e genuína, começou a tomar conta dos bebés das raparigas que queriam sair à noite.

Enfim, a minha mãe era assim: de uma entrega ao próximo, uma pessoa alegre e pura. Eram essas as qualidades que sobressaíam de alguém como ela.

Era assim a D. Olga!!

Obrigada, querida mãe. Apesar de não estares entre nós, estás sempre presente nas nossas vidas e na vida dos teus netos, que nunca te esquecem.

A Iris conhece a tua história através de mim. Contei-lhe muitas histórias sobre a nossa vida em Angola.

sábado, 28 de março de 2026

Sapatos e suas histórias



Gosto de olhar para os sapatos das pessoas.

Não lhes vejo o preço, nem a marca — vejo-lhes o caminho. Há qualquer coisa nos sapatos que conta histórias que a boca não diz. Por isso, às vezes, paro numa rua qualquer e deixo que os pés dos outros me contem vidas inteiras.

Vejo-os passar.

Uns chegam leves, quase sem tocar o chão. Sapatos impecáveis, como se o mundo não lhes pesasse. Imagino-os a sair de carros, a entrar em portas que se abrem antes de baterem. Caminham pouco, mas parecem sempre saber para onde vão.

Outros vêm mais depressa, mais gastos, com pressa nos passos. São sapatos de quem tem horas marcadas com a vida — trabalho, responsabilidades, dias que não esperam. Não são muitos, mas são fiéis. Vão onde é preciso, todos os dias.

E depois há aqueles que me prendem o olhar.

Sapatos simples. Às vezes nem são sapatos — são chinelos, sandálias já cansadas, solas que conhecem o calor da estrada. Esses contam histórias mais longas. Caminham sem descanso, levam o peso dos dias e ainda assim continuam. Neles há uma resistência silenciosa, quase teimosa.

Fico ali, a imaginar.

Quantos quilómetros terá feito aquele par?
Que sonhos pisaram?
Que portas ficaram por abrir?

As pessoas passam por mim sem saber que as leio pelos pés. E talvez ainda bem. Há uma intimidade nisso, como se cada passo fosse uma confissão.

De vez em quando olho para os meus próprios sapatos. Pergunto-me que história contam. Se mostram o que vivi ou apenas o que deixei por viver.

E sigo caminho.

Porque, no fim, todos somos um pouco isto —
um par de sapatos a atravessar o tempo,
a deixar marcas no chão,
à procura de um lugar onde parar.

domingo, 11 de abril de 2021

Quando a morte vem

Ninguém está preparado para perdas, este ano começou mal, o meu irmão deu entrada no S. José com diarreia forte, segundo me disse a mulher, entrou nas urgências e por lá permaneceu uma semana, diziam que não havia camas, entretanto foi transferido para o S. Marta, telefona-me a enfermeira a avisar mas a pedido dele que se encontrava naquele hospital afim de lhe levarem os pertences que tinha deixado no S. José

O Rui andou a guardar para si os momentos mais dificeis da vida, nunca se lamentou com dores, na vespera de Natal pressenti que nada estava bem, um breve telefonema,  não disse a ninguém, importa saber o sofrimento que ele teve em silencio completo, só de pensar as lágrimas vem-me aos olhos, peço-te perdão mano por não ter estado mais atenta, não ter ido a Lisboa para cuidar de ti, apesar de estares com mais 3 pessoas na casa, ficaste abandonado, perdoa-me mano!!

Sinto uma tristeza tão grande por não te ter visto nos ultimos meses, embora aparentasses um bem estar que não estava bem,

Janeiro de 2021


Viagem para Toronto

Há muito que não escrevo nada. Tenho andado a pintar, ou seja, a aprender a pintar. Neste pequeno interregno, que considero longo, aconteceram tantas coisas que não sei por onde começar. Vou começar pelo início do ano de 2020. Já tinha programada uma viagem ao Canadá para cuidar da minha neta mais nova, a Mila. A ideia era ficar lá até maio de 2020, saindo de Lisboa em fevereiro.

Embarquei no dia 24 de fevereiro, conforme estava previsto. Já se falava do coronavírus, mas não havia nada de concreto. Quando cheguei ao aeroporto, vi alguns jovens de máscara; eram muito poucos, mas já se estavam a prevenir.

Cheguei a Toronto e quem me foi buscar ao aeroporto foi a Maria, amiga da Susy, e o Sérgio. Lá fomos; cheguei à casa da Susy e do Sérgio e tive uma bela recepção. Estavam as amigas da Susy a lanchar, gostei imenso. A Susy sabe sempre receber e tem uma capacidade de organização incrível.

Mais uma adaptação: a Mila tem 18 meses, está bastante crescida. Apesar de ser pequenina, tem um desenvolvimento cognitivo muito elevado. Ela estranhou, como é natural, a presença de uma pessoa estranha em casa. Como o Sérgio tinha que começar a trabalhar no dia 1 de março, eu fui um pouco mais cedo para que a Mila ficasse mais familiarizada comigo.

No dia 1 de março, começam as notícias sobre o coronavírus, mas nada de relevante. Entretanto, no dia 7 ou 8 de março, tivemos que fazer a mudança para Mississauga. A Susy e o Sérgio iam levando coisas para lá; foi o berço, a casa já tinha eletrodomésticos, e depois fui eu e a Mila e ficamos lá o dia todo, mas tudo correu normalmente.

Passada uma semana, as escolas encerram em Toronto. A Susy veio para casa para dar aulas online. Aí percebi que teria que tomar uma decisão. As notícias eram de que o Canadá iria fechar fronteiras e faria única e exclusivamente voos de repatriamento para todos os cidadãos que se encontrassem fora. Vendo esta situação, decidi comprar um bilhete de regresso no dia anterior e regressei a Portugal, com os cuidados normais para o momento: máscara, desinfetante, etc.

O aeroporto estava vazio, quase ninguém a circular, toda a gente de máscara, algo surreal. Apanhei o voo da noite e cheguei a Portugal às 10h30. Quando cheguei a Portugal, vi que havia muita gente, mas mesmo muita gente; muitos com máscara, outros sem. Enfim, não havia controle de entrada... E assim começou o ano de 2020. 

sábado, 29 de dezembro de 2018

Toronto

A cidade de Toronto e muito grande tem uma população com mais de 5 milhões de pessoas, limpa, educada, simples assim como a sua população

Andar por Toronto e como sair para uma cidade onde o multiculturalismo é enorme, estamos em Setembro, pela rua onde me encontro passam milhares de pessoas com as suas bicicletas são muitos a utilizar este veículo, a maior parte e para irem trabalhar porque se torna mais barato, faz se exercício físico

As razoes que me trouxeram a Toronto foram as maiores e melhores da minha vida, o nascimento da minha neta mais nova a Mila Rosa, escolha do nome feito pela Mae, adorei esta homenagem a minha pessoa, fico imensamente grata por saber que a minha neta leva o nome de Rosa.

Ela e um tesouro tao grande que temos na nossa familia, o Sergio pediu que eu fosse la, tinha marcado uma viagem para Outubro e como tinha outra marcada para a Grécia quase em simultâneo, tive que gerir bem o meu tempo, estive 12 dias em Toronto e depois embarquei para a Grécia

sábado, 15 de setembro de 2018

A princesa Mila Rosa

No dia 1 de setembro nasceu mais uma menina para acrescentar a nossa família, Mila Rosa, nome com grande significado, para mim para ela, Mila e um nome simples e assim e a minha princesa, simplicidade e Rosa é beleza, amor, afectos, escolha feita pelos pais

Estou de novo em Toronto. Agora passei. Fazer viagens anuais ou até mais vezes, pois a família  merece e nós como avós também merecemos estar junto dos nossos amados filhos e netos.

Tem sido muito gratificante a proximidade que tenho com está menina ela é algo de belo, ternura de mágico que nos inspira a sermos melhores
 Quando tenho ela nos meus braços sinto que o mundo é mais lindo com está princesa

Obrigada Sérgio e Susy por me darem o mais valioso presente que uma avó mais quer na vida

O Sérgio tem alguma preocupação é pai de primeira viagem, falta a experiência e habilidade para lidar com algumas situações, mas tem feito um excelente trabalho como pai, da atenção a menina que ela precisa

A Susy e a mãe perfeita, cuidadosa, delicada, afetuosa e atenta.... mais predicados não seriam suficientes,..

Estou a escrever este pequeno texto enquanto vejo a Mila a dormir, é um anjo maravilhoso que veio encher os nossos corações de afectos, magia
Que Deus te proteja sempre querida menina do meu coração
 
 






quinta-feira, 30 de agosto de 2018

SEPARAÇÕES

Numa noite de Janeiro de 2012,o meu telefone tocou, uma pessoa muito querida  que vivia a poucos metros da minha casa a pedir que lhe levasse um pouco de pão, estranhei aquele pedido, perguntei-lhe se estava doente,  respondeu que sim, que estava na cama, agarrei fiz umas torradas, um sumo de cenoura, laranja e limão e levei comigo.

Bati à porta a pessoa abriu , estava com um aspecto triste, e perguntei o que se passa? 

Disse que estava com enxaqueca há uns dias e que não tinha comido quase nada, fui para o quarto e olhei para a sala onde estava a mulher agarrada  ao telefone em altas gargalhadas, perguntei  o que se passava, de um lado da casa estava ele na cama no outro lado estava ela plena de alegria ou gozo,estranhei aquele ambiente.

Depois de me sentar um pouco ao lado dele, ele diz-me que ele e a mulher se iam separar, fiquei chocada preocupada, mas já pressentia que isso poderia vir a acontecer.

Ele pediu que eu levasse a cadela à rua,  há uns dias que ele não a conseguia levar, agarrei e fui à rua com a cadela.

Depois de ele comer as torradas e o sumo e dado o ambiente perguntei se ele não queria vir para a minha  casa, ele disse que não que ia ficar bem.

Vim embora triste por tudo o que vi e ouvi....

Qualquer pessoa fica triste  e desapontada com a vida quando situações destas... mas ainda mais triste quando há envolvimento de crianças no meio...

Vivemos tempos difíceis, ninguém se entrega a uma relação para construir  um futuro ... quando vemos a instabilidade criada por mães e pais centrados neles próprios... obviamente que o futuro das nossas crianças está em perigo ..



segunda-feira, 28 de maio de 2018

TORONTO mais uma viagem

Estive em Toronto 18 dias proporcionados pela minha Susy e pelo meu Sérgio, só tenho que agradecer a Deus.

Eles fizeram tudo para que eu continuasse a ser uma rainha, fizeram um roteiro de para que os dias fossem todos preenchidos com actividades

 Estes dias no Canadá tem sido muito intensos, desde a excelentes passeios pela cidade de Toronto e  os arredores

No dia 31 de dezembro fui a um bar para jantar e passar lá o fim do ano, foi de fato magnífico
  a vertente interessante de Toronto, podemos conhecer todas as culturas sem ter que sair da cidade, desde a gastronomia a música há de todos os continentes

Desta vez fui a um restaurante Cubano com musica ao vivo. Foi de facto sensacional, 

Uma banda  enorme de músicos cubanos tocou durante algumas horas para o público assistir e dançar, fiquei surpreendida pela positiva

Estive no Arte e Galeria de Ontário - AGO, tem um acervo enorme de obras onde estão incluídos os grandes pintores tais como Rodin, Monet, Van Gogh e Picasso, despertou-me muito a atentção uma das áreas dedicadas a África, Ásia,e outros continentes considero um dos museus mais completos para além de ter sempre exposições temporárias de vários artistas, na altura em que o visitei a exposição era dedicada a Guillermo Del Toro um dos grandes cineastas mexicanos, adorei.

O ROM - Museu Real de Ontário um dos maiores museus do Canadá, onde tive a oportunidade de ver  as replicas e dinossauros autênticos, animais como ursos rinocerontes, é tão rico em aves que ficamos horas e horas fascinados com tudo o que tem, se for a Toronto em 2019 é obvio que irei continuar a minha viagem pelo ROM e AGO.

 Casa Loma, mais uma descoberta e no período do Natal aquilo ´fantástico, pelo ambiente, simplesmente lindo!!

Apesar do frio, fiquei fascinada por está cidade, onde as pessoas são delicadas, educadas e muito importante, apesar das mais variadas culturas coexistirem não existe o choque, tudo é aceite sem perguntas, desde que haja respeito


segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Restaurante etíope

 Ontem fui jantar a um restaurante de origem africana, da Etiópia, mais uma experiência gastronómica em Toronto, gostei da comida e a forma de servir muito interessante, comemos com as mãos o pão é feito de uma mistura de farinha que fica esponjoso não tem muito sabor.

Servem em travessas enormes conforme a foto abaixo, depois da refeição há um ritual com o café, passa uma mulher com o café em grão, depois traz um recipiente onde ele está a torrar, fica aquele aroma de café torrado no ar e depois este é feito na presença do cliente e servido é um ritual interessante, adorei.

A seguir ao jantar fomos ao centro ver a cidade toda enfeitada com os artefactos de Natal o contraste com a neve e o brilho das luzes vermelhas e brancas dão um aspeto lindo à cidade.
Os dias que estive em Toronto foram magnificos, a Susy e o Sergio fizeram com que eu jamais esqueça estas belissimas férias, passeamos imenso, desde a minha chegada até à partida foram dias super preenchidos, jamais podei agradecer a tudo quanto fizeram por mim.

Chegada a Toronto já tinham um jantarinho maravilhoso para mim, sopa de abóbora magnifica quentinha com o frio lá fora foi super reconfortante.

Um prato principal que consistiu em carne e batatas assadas no forno acompanhada de salada que estava soberbo e claro uma boa sobremesa para terminar a noite, infelizmente o meu inglês é básico e eu e a Susy comunicamos pouco  só quereo é que o meu filhote e a Susy sejam felizes, sobretudo agora que vem mais uma menina para a nossa familia, o Sérgio é um rapaz bom e dedicado, é um pouco trapalhao mas tem tanta doçura dentro dele que esse pequeno defeito é perfeitamente ultrapassado.




domingo, 24 de dezembro de 2017

De novo em Toronto

De novo em Toronto

Cheguei  a Toronto a minha princesa e o meu príncipe estavam a minha espera, é tão bom chegar a um país desconhecido e ter alguém a nossa espera e mesmo bom sentimos que estamos em casa

A viagem correu bem, antes do embarque encontrem muitos portugueses que vinham passar o natal com a família e por sorte encontrei uma senhora que também vinha sozinha 

A  andrelina é uma pessoa super simpática para além de ser uma pessoa dotada de imensa criatividade  faz artesanato e escreve poesia já tem dois livros editados com poemas simples e reais durante o tempo que estivemos a espera do avião leu me imensos poemas dedicados a cidade de Setúbal.

Dia 6 dê janeiro voltamos a estar juntas uma vê que vamos no mesmo voo, para além da andrelina conheci também um senhor que já viveu no Canadá, foi agradável estarmos todos juntos e irmos de novo todos juntos para Portugal




domingo, 15 de outubro de 2017

Sanzalangola



Creio que não estou longe da verdade, não me lembro do ano, era muito kandengue, tu lembras-te. E bebendo mais um copo...vamos então para este enorme Ondjango, e continuar as nossas histórias até o sono chegar... as palavras soltam-se e começam a fluir, já deste o mote e na sequência desse mote vou lembrar-me do Valdemar Bastos, quando o conheci como musico ele ainda era kandengue, a viola que ele tocava era maior que ele. Achei um pouco estranho aquele Kandengue andar já de viola grande na mão, coisa pouco comum naquela época e então foi assim... Numa passagem de ano o Mambroa, organizou um baile, é claro que tínha que haver um conjunto e Nova Lisboa naquela altura não tinha assim muitos e os que havia já estavam comprometidos com outros Clubes, tiveram que se socorrer de uns miúdos que tinham pedido um espaço no pavilhão para começarem a dar os primeiros toques na musica. Os miúdos eram Valdemar Bastos (Viola Solo), Lúcio, irmão dele que era (Viola Baixo), Zé Amado (Viola Ritmo) Tonito (Teclas) Zé Fotografo (Bateria) e o Liocha (Vocalista) que deram uma lição em que quando se quer fazer algo e se tem o dom faz-se mesmo e sai bem e foi realmente o que aconteceu. Nessa passagem de ano organizada pelo Mambroa (Benfica do Huambo) estes rapazes com grande empenho conseguiram fazer com que a o baile fosse um espectáculo memorável, tocaram bem, foi uma noite bem bonita, eu era kandengue na altura mas apreciei muito a forma como eles actuaram e olhando a esta distância no tempo, olho e vejo-os a todos no palco improvisado lá no Pavilhão com os seus instrumentos a tocarem as musicas que nos deliciavam a dançar... Durante um período e ainda bastante grande eles actuaram no Mambroa que promovia matinés dançantes ao domingo, o pavilhão enchia-se de rapazes e raparigas, que se divertiam e dançavam ao som do conjunto SO4H2, foram bons momentos que ali passei, pela alegria, pelo convívio por tanta coisa.... O Zé Fotografo a cantar Summertime, com aquela voz bonita que ele tinha, quando introduzia aqueles toques de bateria, era mesmo um castiço, o Lúcio com o ar dele muito sério não se ria, o Liocha esse cantava bem, qualquer musica na voz dele era linda tinha esse don, o Tonito era o teclas desenvolvia muito bem o talento que tinha nas teclas do seu orgão, posteriormente continuou mas gostava mais de tocar a sua guitarra a solo, o Zé Amado era um espectáculo a tocar ritmo, era rir com ele quando improvisava os seus acordes, Valdemar o mais novo de todos pois só tinha 13 anos sentia-se um pequeno rei no meio daquele grupo todo a tocar os seus lindos solos Venho aqui recordá-los com saudades dos momentos bonitos que me proporcionaram naquela época em que eu era apenas uma adolescente. Gostei de estar aqui um pedacinho a recordar um período bonito da nossa juventude, se não falasses do Valdemar Bastos, não me lembrava desta história... terei outras mas fica para mais tarde...

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Aprendendo a ler

A minha mais jovem princesa já sabe ler, sempre gostou daa leitura e aos poucos aprendeu o alfabeto, agora que aprendeu a juntar as letras  descobre as palavras está a descobrir um mundo novo, fica feliz quando consegue ler uma frase inteira, soletrando silaba a sílaba já lê.

Ontem à noite disse:


Avó senta-te aí que hoje vou contar eu a história e assim foi

Pegou num livrinho a pouco a pouco foi lendo, é um mundo novo que se abre para ela,
Deus a abençoe sempre que dá mais um passo para o saber e o seu desenvolvimento.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

A Escola e o primeiro dia de aulas a sério


Hoje a minha princesa começa mais uma etapa da vida dela, entra para o primeiro ano, a aprendizagem da vida começa agora.

Ainda cheia de sono com uma mochila quase maior que ela, toda arranjadinha disse que queria ir a pé, o pai foi leva-la.

Arranjamos o estojo dos lápis, canetas borrachas etiquetando tudo com o nome dela,
À minha princesa quero que a vida lhe sorria sempre, que o percurso seja feito com alegria de aprender a ler e a descobrir um novo mundo.



terça-feira, 6 de setembro de 2016

O Avô Miguel



O Homem que Abriu a Porta

No Bairro de São Pedro, em Nova Lisboa, onde as manhãs acordavam com o apito distante dos Caminhos-de-Ferro de Benguela, vivia um homem que parecia feito de outra matéria — mais leve, mais luminosa, mais humana. Chamava-se Miguel. Eu conheci-o quando ainda era criança, mas foi suficiente para perceber que havia algo nele que não se explica, apenas se sente: uma espécie de bondade que não precisava de palavras para se fazer notar.

Diziam que tinha sido educado num colégio de padres, em Malanje, e talvez fosse de lá que lhe vinha aquele porte sereno de quem conhece o silêncio e o respeito. Casou com a avó Lurdes depois de um namoro demorado, daqueles que crescem devagar, como mangueiras teimosas que procuram o sol até o encontrarem.

A avó Lurdes chegou a Nova Lisboa vinda de Teixeira de Sousa, com o coração cansado da separação do seu primeiro marido, António Santos. Aproximou-se da minha família como quem procura porto, e eu, com a minha tenra idade, tornei-me a sua escriba. Lia-lhe as cartas que vinham de todas as partes de Angola e ajudava-a a responder às que lhe pediam notícias, conselhos ou apenas lembranças.

Mais tarde chegaram as netas, Bela e Nela, e o filho Manuel Jacaré, vindos do Leste. A casa ganhou novos sons: risos de meninas, passos apressados, conversas longas ao final da tarde. O Manuel encontrou uma mulher e mudou-se para outra casa ali perto, levando consigo o pai, o antigo marido da avó Lurdes, cuja vida em Teixeira de Sousa já não lhe oferecia chão nem futuro. Abriram juntos um pequeno negócio e, entre altos e baixos, foram vivendo.

Até que, um dia, algo se quebrou. Nunca soube ao certo o quê. Talvez palavras mal ditas, zangas acumuladas, cansaços que não se confessam. Sei apenas que o avô António Santos, magoado e doente, abandonou a casa do filho e vagueou sem destino por alguns dias, como quem procura uma porta que já não sabe onde existe.

Encontrou-a, por fim, onde menos se esperava: na casa da ex-mulher.

Quando ele apareceu, frágil, quase um vulto do homem que fora, ninguém imaginou qual seria a reação do casal. A vizinhança preparou-se para o escândalo, para o julgamento. Mas o avô Miguel, com a sua quieta grandeza, apenas abriu a porta e disse que sim — que ali havia lugar, que ninguém seria deixado ao abandono enquanto ele tivesse mãos para ajudar e coração para acolher.

A avó Lurdes, com a mesma firmeza silenciosa, concordou. E assim, contrariando murmúrios, maledicências e moralismos, os dois acolheram o homem que um dia fizera parte da vida dela. Não por romance perdido, não por nostalgia, mas por algo infinitamente maior: humanidade.

O avô António Santos viveu ali o resto dos seus dias. Entre cuidados, pequenas rotinas, o carinho das netas e a dignidade que só quem é verdadeiramente bom sabe oferecer. Morreu amparado, e não sozinho — e talvez isso tenha sido o último gesto de justiça que a vida lhe concedeu.

Hoje, quando penso no avô Miguel, vejo-o ainda na porta daquela casa simples de Nova Lisboa, com o sol do fim da tarde refletido na camisa de trabalho. Um homem calmo, sem grandes discursos, mas com gestos que ficaram gravados na memória como se fossem páginas de um livro que nunca terminei de ler.

E percebo, agora adulta, aquilo que apenas intuía em criança:
há pessoas que não vivem para serem admiradas.
Vivem para ensinar — com exemplos.
Vivem para abrir portas.



sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Marrakeche o outro olhar

Marrakech  uma experiencia única!!
 Hoje dia 4 de marco de 2016 estou em Marrakech uma cidade de Marrocos, vim parar no coracao da medina onde tudo acontece aqui do terraco da riad oiço os sons que vem da praca mais famosa do mundo e em simultaneo oiço o som dos passarinhos que esvoaçam por aqui.

Um ambiente único é assim que vejo e olho tudo ao meu redor

Andar pelas ruas e becos desta cidade e uma autêntica aventura no meio  de motos bicicletas e carros é de fato viver noutra dimensão.
 
Agora estou a ver um passarinho poisado no muro deste terraço...
 
Cheguei no dia 1 e já vi imensas coisas desde o mais pobre ao mais rico, carros topo de gama como carroças puxadas por burros, motos, bicicletas enfim tudo o que tenha rodas circulas por esta cidade cheia de vida de cor e cheiros africanos.
 
O chá faz parte da boa convivência  neste mundo marroquino, em qualquer esquina há um bar onde se partilha a conversa com um bule de chá.

Uma cidade muito movimentada com dois lados da moeda, o lado dos ricos e o lado dos mais pobres.

O do lado dos mais pobres  o povo convive nas esplanadas com o seu velhinho chá de menta e uns carapaus fritos colocados em pires, ficam ali horas a fio a conversar e a negociar, interessante este forma de convivência do povo marroquino.

Nas lojinhas que são uns pequenos cubículos onde vendem tudo e embrulha-se no papel, desde pão que é de boa qualidade às verduras, carne, peixe  os vendedores de todas as  especiarias, pão, fruta, verduras que levam tudo nas carroças e andam pela Medina a vender, o leite também é vendido ao copo no meio da rua, há um cem números de coisas, que nos faz lembrar a pré história isto tudo na Medina, onde existem os muros, dentro dos muros encontramos os labirintos e ruelas, andei por quase todas,  aliás a cidade é muitas vezes denominada “a cidade dos muros”,

O cheiro do Haxixe é algo familiar faz parte da vida daquele povo, os mais jovens procuram sempre uma maneira de tentar arranjar dinheiro através de alguma venda ou troca, a carne é muito cara pelo que a base da alimentação é o peixe, nos  mercados onde o cheiro das verduras convive com o das especiarias  é algo a não perder.

Fiquei alojada numa Riad super simpática  mesmo dentro da Medina o que me deu uma perspetiva  diferente de olhar para toda aquela gente que anda num corropio constante de bicicletas motorizada e carros, homens e mulheres sempre em grande agitação.

Fiz uma pequena excursão a Ourika uma vila perto de Marrakeche, andei nos camelos, uma experiência inexplicável, subir a montanha e ver neve e umas cascatas deslumbrantes, valeu ir a Ourika,  com o orçamento limitado pelo que não pude ir ao deserto, é uma cidade bastante segura, apesar do assédio dos rapazes a minha estadia por lá decorreu com grande normalidade, eles são super simpáticos e aquela impressão que ficamos quando lemos posts sobre os marraquinos é um pouco alterada com a realidade.
 O custo de vida é muito alto, para nós não, mas para o povo que ganha uma miséria é bastante elevado mesmo.

Existem hipermercados mas são apenas frequentados pela classe alta e muitos turistas e residentes franceses.
 Tenho pena que a Medina esteja bastante degradada, não há sinais de recuperação de qualquer edifício, podiam manter tudo como está apenas tentar dar um ar mais cuidado.
 
A praça mais famosa do mundo é algo de mágico, onde o ruido dos batuques e outros instrumentos musicais se misturam com a convivência das pessoas nos bar e souks, toda a gente vende tudo, as quinquilharias, peças lindíssimas de artesanato, tapetes, tecidos de seda lindos é uma mistura de tudo onde se compra de tudo também se quisermos.

O Movimento na praça mais famosa do mundo começa por volta das 16H00 e vai até altas horas da noite em cada cantinho existe algo de novo,  músicos por todo o lado, enfim a alegria dos marroquinos é contagiante.

 

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Pic nic

No sábado passado saí de casa com a minha princesa o objetivo era ir ao parque para que ela pudesse brincar, eram 09H30 e eu disse e se fossemos ao supermercado comprar algumas coisinhas para comer e fazer um pequeno almoço de pic nic?

Ela aceitou entramos no supermercado compramos sumos e folhados de queijo e fiambre, uns croissants pequeninos recheados de chocolate e estava pronto o farnel para o mini pic nic, procuramos um sitio simpático onde pudéssemos comer e senta-mo-nos numa mesa que existia no parque e aquela hora estava vazia, comemos o que tínhamos comprado, e ficamos na conversa, numa mesa mais ao fundo estava um senhor sentado com os olhos postos em nós, a Iris com o sentido de observação que tem chamou-me a atenção.
 - Avó aquele senhor está a olhar muito para nós, será que nos vai fazer alguma coisa,?

....olhei na direção do homem e ele continuou a olhar para nós, e nós acabamos por comer mais depressa para nos livrarmos daquele olhar....

Arrumámos tudo e fomos para o parque,

De repente olhei para o sitio onde tínhamos estado sentadas e estava lá o homem...

O que ele queria era apenas a mesa, provavelmente crê que ela já lhe pertence... enfim coisas que acontecem...
Passado mais alguns momentos vejo mais quatro homens a jogar às cartas... entendi que aquelas mesas tem dono e só mesmo pela manhã é que estão vagas porque depois são ocupadas por muitos e muitos homens para jogarem às cartas ou seja é um casino a céu aberto!!

domingo, 17 de julho de 2016

Chapeuzinho Vermelho

 


Era uma vez uma menina que se chamava Chapeuzinho vermelho, brincava muito na floresta
um dia a mãmã disse para ela ir à casa da sua avozinha levar uns doces porque a avó estava doente.

A mãma disse que ela tivesse cuidado ao andar na floresta porque o lobo mau podia fazer- lhe mal, ela disse à mãe para não se preocupar porque ela tinha muitos amiguinhos na floresta e eles não deixavam o lobo mau fazer-lhe mal.

E lá foi para a floresta cantando

Quando chegou à floresta encontrou o lobo mau


Olá chapeuzinho vermelho
para onde vais?
Vou a casa da minha avó,  levar uns docinhos, então o lobo mau esperto  disse à chapeuzinho para ir por um caminho que ele conhecia e ela chegava num instante à casa da avozinha.
Na verdade o caminho indicado pelo lobo era o mais longo e assim ele iria por um caminho mais curto e chegava à casa da avó da chapeuzinho mais depressa do que ela.

A chapeuzinho quando chegou à casa da avó bateu à porta e a avó disse para ela entrar, ela estranhou a voz tão grossa da avó, e ela disse que se tinha constipado, mas não foi isso que aconteceu o lobo mau como chegou primeiro que a chapeuzinho comeu a avó e vestiu a roupa dela e meteu-se na cama.

Entretanto a chapeuzinho percebe que as orelhas da avó estavam muito grandes bem como a boca e o lobo mau responde que era para ouvir melhor e a boca era para lhe comer, a chapeuzinho fugiu imediatamente da casa da avó e entretanto apareceu um lenhador que deu um tiro no lobo e imediatamente abriu a barriga dele e tirou de lá a avó.

E assim a chapeuzinho aprendeu que devia ter seguido o conselho da mãe



sexta-feira, 25 de março de 2016

Dia do Pai

Dia 19 de Março é um dia dedicado ao pai, a Iris lembrou-se de dedicar este tema à
 Pepa pig  que vai passear com o papá, o Jorge e a mãma vão ao jardim e fazem um piquenique, onde há muitos bolos sobretudo de chocolate.

A Iris como é habitual passa connosco os fins de semana e hoje sábado dia do Pai está connosco, é tão bom estar com a minha princesa, ela dança, gosta de ouvir histórias da avó Olga, da avó Maria, os personagens são os tios, o pai a tia Susy, que diz ela, mora muito longe bem como o tio Serginho, tento reconstruir as histórias passadas com a minha mãe  que era uma pessoa doce e meiga com todos e em especial com as crianças, não conheceu a avó Olga mas gosta dela é algo de bonito ver que apesar de não ter conhecido a mensagem que lhe passei foi boa!!

Como o dia foi dedicado à Peppa Pig quis tirar fotos aos bonequinhos que os tios lhe enviaram do Canadá


 
 
 

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Revendo Madrid

Em julho de 2015 fui mais uma vez a Madrid, com um grupo familiar de 15 pessoas, foi muito giro sobretudol pela diversidade do grupo, angolanos, brasileiros e portugueses, cada um à sua maneira foi expressando a sua alegria.

Arrancamos por volta das 04H30 da manhã de Lisboa paramos em vários locais para apanhar mais gente, aos poucos o grupo ficou maior e arrancamos em direção a Elvas, cidade com um património histórico enorme, foi uma visita breve dado que o destino era Madrid, já lá tinha estado e conhecia alguns lugares, tomamos um pequeno almoço muito bom numa das estações de serviço, por ali deambulamos um pouco e arrancamos com rumo a Mérida para uma pequena paragem, de seguida paramos em Madrid uma vez que tínhamos que almoçar e já estávamos um pouco atrasados, almoçamos no hotel de nome Allembrada, muito simpático, onde nos serviram uma excelente refeição.

Depois do almoço fomos até ao centro de Madrid, paramos nos locais emblemáticos como é habitual, foi um dia muito bem passado.

Passeando pelos locais mais emblemáticos de Madrid fomos parar à Plaza de Espanha, onde revi novamente o Palácio e tudo o que existe naquele espaço, seguidamente fomos até à Plaza de Touros andamos até à Estação de Atocha, passando por Cibeles e lembrei-me que do lado esquerdo de quem sobe esta avenida, existe o Museu do Jamon onde comi imensas sandes de presunto, eram uma delicia e bem baratas, fiquei surpreendida com o preço.

Chegamos ao hotel  à hora do jantar e logo de seguida fomos dormir uma vez que estávamos cansados da viagem.

No dia seguinte após o almoço seguimos até Toledo uma das cidades históricas de Espanha, adorei, não conhecia e fiquei apaixonada pelo património histórico daquela cidade.