segunda-feira, 18 de julho de 2016

Pic nic

No sábado passado saí de casa com a minha princesa o objetivo era ir ao parque para que ela pudesse brincar, eram 09H30 e eu disse e se fossemos ao supermercado comprar algumas coisinhas para comer e fazer um pequeno almoço de pic nic?

Ela aceitou entramos no supermercado compramos sumos e folhados de queijo e fiambre, uns croissants pequeninos recheados de chocolate e estava pronto o farnel para o mini pic nic, procuramos um sitio simpático onde pudéssemos comer e senta-mo-nos numa mesa que existia no parque e aquela hora estava vazia, comemos o que tínhamos comprado, e ficamos na conversa, numa mesa mais ao fundo estava um senhor sentado com os olhos postos em nós, a Iris com o sentido de observação que tem chamou-me a atenção.
 - Avó aquele senhor está a olhar muito para nós, será que nos vai fazer alguma coisa,?

....olhei na direção do homem e ele continuou a olhar para nós, e nós acabamos por comer mais depressa para nos livrarmos daquele olhar....

Arrumámos tudo e fomos para o parque,

De repente olhei para o sitio onde tínhamos estado sentadas e estava lá o homem...

O que ele queria era apenas a mesa, provavelmente crê que ela já lhe pertence... enfim coisas que acontecem...
Passado mais alguns momentos vejo mais quatro homens a jogar às cartas... entendi que aquelas mesas tem dono e só mesmo pela manhã é que estão vagas porque depois são ocupadas por muitos e muitos homens para jogarem às cartas ou seja é um casino a céu aberto!!

domingo, 17 de julho de 2016

Chapeuzinho Vermelho

 


Era uma vez uma menina que se chamava Chapeuzinho vermelho, brincava muito na floresta
um dia a mãmã disse para ela ir à casa da sua avozinha levar uns doces porque a avó estava doente.

A mãma disse que ela tivesse cuidado ao andar na floresta porque o lobo mau podia fazer- lhe mal, ela disse à mãe para não se preocupar porque ela tinha muitos amiguinhos na floresta e eles não deixavam o lobo mau fazer-lhe mal.

E lá foi para a floresta cantando

Quando chegou à floresta encontrou o lobo mau


Olá chapeuzinho vermelho
para onde vais?
Vou a casa da minha avó,  levar uns docinhos, então o lobo mau esperto  disse à chapeuzinho para ir por um caminho que ele conhecia e ela chegava num instante à casa da avozinha.
Na verdade o caminho indicado pelo lobo era o mais longo e assim ele iria por um caminho mais curto e chegava à casa da avó da chapeuzinho mais depressa do que ela.

A chapeuzinho quando chegou à casa da avó bateu à porta e a avó disse para ela entrar, ela estranhou a voz tão grossa da avó, e ela disse que se tinha constipado, mas não foi isso que aconteceu o lobo mau como chegou primeiro que a chapeuzinho comeu a avó e vestiu a roupa dela e meteu-se na cama.

Entretanto a chapeuzinho percebe que as orelhas da avó estavam muito grandes bem como a boca e o lobo mau responde que era para ouvir melhor e a boca era para lhe comer, a chapeuzinho fugiu imediatamente da casa da avó e entretanto apareceu um lenhador que deu um tiro no lobo e imediatamente abriu a barriga dele e tirou de lá a avó.

E assim a chapeuzinho aprendeu que devia ter seguido o conselho da mãe



sexta-feira, 25 de março de 2016

Dia do Pai

Dia 19 de Março é um dia dedicado ao pai, a Iris lembrou-se de dedicar este tema à
 Pepa pig  que vai passear com o papá, o Jorge e a mãma vão ao jardim e fazem um piquenique, onde há muitos bolos sobretudo de chocolate.

A Iris como é habitual passa connosco os fins de semana e hoje sábado dia do Pai está connosco, é tão bom estar com a minha princesa, ela dança, gosta de ouvir histórias da avó Olga, da avó Maria, os personagens são os tios, o pai a tia Susy, que diz ela, mora muito longe bem como o tio Serginho, tento reconstruir as histórias passadas com a minha mãe  que era uma pessoa doce e meiga com todos e em especial com as crianças, não conheceu a avó Olga mas gosta dela é algo de bonito ver que apesar de não ter conhecido a mensagem que lhe passei foi boa!!

Como o dia foi dedicado à Peppa Pig quis tirar fotos aos bonequinhos que os tios lhe enviaram do Canadá


 
 
 

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Revendo Madrid

Em julho de 2015 fui mais uma vez a Madrid, com um grupo familiar de 15 pessoas, foi muito giro sobretudol pela diversidade do grupo, angolanos, brasileiros e portugueses, cada um à sua maneira foi expressando a sua alegria.

Arrancamos por volta das 04H30 da manhã de Lisboa paramos em vários locais para apanhar mais gente, aos poucos o grupo ficou maior e arrancamos em direção a Elvas, cidade com um património histórico enorme, foi uma visita breve dado que o destino era Madrid, já lá tinha estado e conhecia alguns lugares, tomamos um pequeno almoço muito bom numa das estações de serviço, por ali deambulamos um pouco e arrancamos com rumo a Mérida para uma pequena paragem, de seguida paramos em Madrid uma vez que tínhamos que almoçar e já estávamos um pouco atrasados, almoçamos no hotel de nome Allembrada, muito simpático, onde nos serviram uma excelente refeição.

Depois do almoço fomos até ao centro de Madrid, paramos nos locais emblemáticos como é habitual, foi um dia muito bem passado.

Passeando pelos locais mais emblemáticos de Madrid fomos parar à Plaza de Espanha, onde revi novamente o Palácio e tudo o que existe naquele espaço, seguidamente fomos até à Plaza de Touros andamos até à Estação de Atocha, passando por Cibeles e lembrei-me que do lado esquerdo de quem sobe esta avenida, existe o Museu do Jamon onde comi imensas sandes de presunto, eram uma delicia e bem baratas, fiquei surpreendida com o preço.

Chegamos ao hotel  à hora do jantar e logo de seguida fomos dormir uma vez que estávamos cansados da viagem.

No dia seguinte após o almoço seguimos até Toledo uma das cidades históricas de Espanha, adorei, não conhecia e fiquei apaixonada pelo património histórico daquela cidade.








sábado, 6 de fevereiro de 2016

Bonecos das preocupações


Uma tarde destas a minha princesa chegou a casa muito pensativa,  perguntei se se sentia bem ?? ela abanou a cabeça a dizer que sim, mas sempre com o olhar muito pensativo não perguntei mais nada e tentei entretê-la com alguma coisa, jogos ,algo que a desviasse da preocupação que ela tinha…então, lembrei-me que tenho cá em casa um livro cujo título é bastante sugestivo “As preocupações do Billy” fui à estante e disse, que tal lermos este livro? .ela aceitou,  depois da leitura acabamos a tarde a fazer os bonecos das preocupações que tem origem na Guatemala.

“Desde há muitos anos, as crianças guatemaltecas fabricam os bonecos com bocados de madeira e restos de tecidos e fios.

À noite, à  hora de se deitarem, contam uma preocupação a cada um deles e colocam-nos debaixo da almofada.

Desta forma, as crianças acordam na manhã seguinte sem preocupações.

Este hábito tem-se espalhado pelo mundo”


Ela ficou feliz  e acabou por fazer bonecos das preocupações para toda a gente através de uma cartolina grossa que cá tinha e pintamos, não ficaram como os verdadeiros, mas são os bonecos dela  mãe, pai, avós, irmã, tios, primos e amiguinhos!!

 


Toda a gente sem preocupações à noite antes de dormir diz ela!!

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Pela madrugada



Acabei de fazer um bolo tipo mármore… Só alguém que não tivesse nada para fazer se lembraria de, às duas e tal da manhã, fazer um bolo. Não é o meu caso, porque tenho inúmeras coisas para fazer, sobretudo porque estamos a chegar ao Natal e, nesta época, há sempre tanto para tratar…

Este ano estou triste. Os meus filhos estão fora e, mais um ano, terei de ir passar o Santo André com a minha irmã. Desta vez não me apetece ir, mas também não me apetece passar aqui sozinha. Logo encontrarei uma solução…

Cada ano que passa gosto menos do Natal, sobretudo desde que fiquei sozinha. O Toninho era um adepto incondicional do Natal e isso acabava por me contagiar. A alegria que colocava em tudo era contagiante. Quando chegava o momento dos presentes, tinha sempre uma surpresa para mim. Não se esquecia de ninguém; mesmo que chegasse fora de horas, lembrava-se sempre de um sobrinho ou de alguém que faltava.

Tenho tantas saudades desses tempos… Mas nada posso fazer, a não ser recordar os bons momentos que passámos juntos. Tivemos sempre aquela cumplicidade tão nossa. Infelizmente, partiu cedo demais.

Hoje, mais do que nunca, tenho saudades dele. Faz-me falta em todos os aspetos: nas longas conversas que tínhamos sobre as viagens que fez em Angola, sobre o tempo do serviço militar e sobre tantas outras histórias que gostava de contar.

Quando pegava na guitarra e começava a dedilhar uns acordes, acabávamos sempre a cantar juntos alguma canção. Sentados na sala, ficávamos horas a fio a cantar. E, se colocasse um som no DVD, então era certo: se fosse para dançar, rodopiávamos pela sala ao som de um semba, de um tango ou de um bolero.

Que saudades, meu Deus!

Foi pai, marido, amante e amigo. Tinha aquela frontalidade que lhe era tão peculiar, mas eu amava-o muito. Era sempre amigo do seu amigo, fiel a si próprio, como dizia a Fatinha: “Igual a ele próprio!”

Os filhos e a esposa eram sagrados, como ele dizia. Havia uma entrega total à família. Era assim que ele vivia e era assim que amava.

Fiquei de rastos quando partiu. Hoje estou mais recomposta e também mais conformada, porque o tempo acaba por nos ensinar que a vida é mesmo assim. Já consigo falar dele sem chorar, embora a saudade nunca desapareça.

Hoje completaria mais um ano. Não há um único dia em que não fale de ti, mesmo que seja apenas no pensamento. Apesar de já terem passado alguns anos, continuas sempre ao meu lado e ao lado dos teus filhos. Agora também ao lado das tuas netas, algo que tanto querias.

Tu sabes… A Íris e a Mila são duas jóias preciosas que os nossos filhos nos deram. A Íris falava — e ainda fala — muito do avô António. Gostava tanto que estivesses aqui para veres as tuas netas crescerem, para lhes ensinares a tocar viola ou piano, para partilhares com elas aquilo que sabias e, sobretudo, para lhes dares esse amor de avô que certamente terias para oferecer.

Mas o universo quis que partisses antes de elas poderem desfrutar da tua presença.

E é essa a parte que mais custa: saber tudo o que perdeste e tudo o que elas perderam.

Continuas, no entanto, presente nas nossas memórias, nas histórias que contamos, nas músicas que ouvimos e em tantos pequenos gestos do dia a dia.

A vida continuou, como tinha de continuar, mas uma parte de mim ficou contigo.

Hoje faço um bolo às duas da manhã, penso em ti, sorrio com algumas das nossas histórias e, ao mesmo tempo, sinto aquele aperto no coração que só a saudade sabe dar.

Onde quer que estejas, espero que saibas que continuas muito amado e que nunca serás esquecido.

Tenho saudades tuas, Toninho. Muitas. ❤️


segunda-feira, 30 de março de 2015

O pôr do Sol




O sol  põe-se devagar
incendeia o céu com faiscantes
sombras  de vermelho e laranja

Á distancia aparecem  as nuvens  escuras 
Acima do horizonte vem os ventos mornos do verão

Brevemente o Sol dará a passagem à noite
E com ela virá o silêncio
Que pairará em todos  os lugares

Em noites de lua cheia
A noite torna-se clara
Não há luar como o das noites calmas de verão